O último “Dia do Trabalho” do pior desgoverno da história do Brasil

Por Francis Ivanovich:

Mesmo que não hajam motivos para comemorarmos o Dia do Trabalho, pois o Brasil está entre os 10 países com as mais altas taxas de desemprego no mundo, ocupando a 9ª posição do ranking da agência de classificação de risco Austin Rating, elaborado com base nas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para um conjunto de 102 países em 2022, vale lembrar que este ano, possivelmente, seja o último primeiro de maio sob a incompetência do atual desgoverno.

Sim, porque em 2023 teremos Lula presidente do Brasil. O primeiro de maio de 2023 será bem diferente, poderemos comemorar de verdade esta data tão significativa. Veremos um governo trabalhando de verdade para criar empregos, gerar renda e melhorar a vida dos trabalhadores e das trabalhadoras.

O pré-candidato Lula ao se encontrar com associações de mulheres da Zona Norte e Oeste de São Paulo, no último sábado, 30 de abril, disse: “A fome e o desespero que muitas vezes recaem nas nossas casas só são sentidos por quem vive ali. A gente não tem coragem de dizer que está com fome, a gente não gosta de dizer que é pobre. A gente não nasce para ser pobre, a gente nasce pra ter oportunidade. Todo mundo quer ter uma casa, todo mundo quer trabalhar, todo mundo quer comer carne no almoço e na janta, comer um café reforçado. se vestir bem, ter um sapato de qualidade. A gente não sonha em ser pobre e não briga para ser pobre, a gente briga para melhorar de vida”, disse Lula.

Estas sim são as palavras de um governante que está preocupado com a vida do povo brasileiro. Palavras que dão sinais claros de um novo tempo que se aproxima, viver num país que seja possível sonhar outra vez, com emprego e comida na mesa.

O atual desgoverno quase aniquilou o país com sua insensibilidade. Basta lembrar que ele queria que povo trabalhasse sem cobertura vacinal, defendendo uma imunidade de rebanho mortal, a fim de mascarar sua incopetência personificada na figura de Paulo Guedes.

Prova cabal da sua incompetência e insensibilidade tivemos esta semana, quando a Federação dos Bancos – Febraban – divulgou uma carta destacando a insensibilidade do atual desgoverno ao tratar da economia. O que o atual desgoverno sabe fazer é fake news; criar a fantasia de um país imaginário que infelizmente ainda ilude alguns brasileiros.

As eleições se aproximam, a derrota desse desgoverno vai se consolidando a cada dia, levando ao desespero os artífices da grande farsa, não é por acaso que eles vivem ameaçando a Democracia e as próximas eleições.

Temos o que comemorar hoje sim: este é último primeiro de maio do pior desgoverno da história. Essa lembrança nos enche de esperanças.

A esperança está de volta.

Francis Ivanovich é jornalista e cineasta.

2 comentários

  1. Artigo primoroso. Parabéns ao articulista.

    De fato, é completamente desastrosa a atuação de Bolsonaro no comando do país.

    Sua atuação como presidente da República tem sido até aqui uma demonstração gratuita de estupidez profunda.

    Não há dúvidas de que, com Bolsonaro no poder, vive hoje o Brasil um dos períodos mais tristes e sombrios da sua história, marcado por grave retrocesso civilizacional e densas trevas.

    Após um período de mais de 30 anos de democracia, é lamentável ver o país mergulhar outra vez na escuridão de um regime obscurantista que se pretende despótico.

    Às vezes, porém, é preciso mergulhar na escuridão para se aprender a valorizar a luz.

    Espera-se que esse pesadelo acabe logo para que o sol da democracia volte a brilhar outra vez sobre a nação.

    2022 !! LULA PRESIDENTE !! Para o Brasil voltar a crescer, e o povo voltar a sorrir.

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